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Home Colunas

VITÓRIA E REAL CONHECEM ADVERSÁRIOS NA COPA DO BRASIL

Cleilton Gomes por Cleilton Gomes
in Colunas, Esportes, Fernando Zambom
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FUTEBOL CAPIXABA COM E SEM AR
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O sorteio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu os 40 confrontos da primeira fase da Copa do Brasil 2023 (clique aqui e veja a tabela). Os jogos têm como datas-bases 22 de fevereiro e 1 de março. Os representantes capixabas conheceram os seus adversários, o Vitória vai enfrentar o Remo – PA e o Real Noroeste joga com o Vila Nova(GO). A Copa do Brasil deste ano terá uma premiação recorde no valor total de R$ 420 milhões, a serem distribuídos ao longo da competição. Nas duas primeiras fases, há uma divisão dos 80 times em três grupos, com valores diferentes de premiação, considerando a distribuição das equipes nas quatro séries do Campeonato Brasileiro. No caso do futebol capixaba cada time receberá R$750 mil, passando à 2ª fase, entra na conta mais R$900 mil.

O número de times na competição variou muito, sempre classificados pelo resultado das competições das federações estaduais. De 1989 a 1994 participaram 32 times, no meu entendimento número ideal. Daí em diante só tivemos aumentos de clube para atender a política da CBF com as federações. Em 1995 foi 36 times, em 1996 para 40 times, e em 1997 para 45 times. Em 1998 houve pequena queda para 42 times participantes. No ano de 1999 voltou a subir para 65 times. E em 2000 com 69 times e atualmente conta com 80 times da 1ª fase mais 12 times que entram na 3ª fase. Palmeiras, Internacional, Fluminense, Corinthians, Flamengo, Atlético – PR, Atlético – MG e Fortaleza (via Libertadores), São Paulo (via brasileiro), Cruzeiro (via Série B), Sport (via Copa do Nordeste), Paysandu (via Copa Verde). Ou seja, estamos em uma competição com 92 agremiações em disputa.

Essa competição é considerada a mais democrática do País, na minha opinião é uma competição tecnicamente fraca, deslocamentos aéreos com grandes durações, trechos feitos de ônibus, estádios em péssimas condições, torcedores nos muros e árvores, enfim, o modelo atual não acrescenta tecnicamente nada ao futebol brasileiro. Tenho minhas dúvidas se a maioria dos clubes se transformando em SAF’s vai aceitar disputar essa competição nas condições atuais.

No período de disputa da Copa do Brasil (1989/2022) só tivemos 4 campeões que não faziam parte da elite do futebol brasileiro, o Criciúma – SC (1991), Juventude – RS (1999), Santo André – SP (2004) e Paulista de Jundiaí (2005), portanto não é a quantidade que faz a qualidade. Em 4 de março de 1991 aconteceu a maior goleada da Copa do Brasil, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, o Atlético goleou o Caiçara de Campo Maior — PI por 11 x 0. O placar do estádio só possuía espaço para registrar um algarismo por clube, por isso parou de contar quando jogo ainda estava 9 a 0.

A Copa do Brasil quando foi criada para acalmar o descontentamento das federações de estados com menor tradição no futebol nacional. Os representantes dificilmente teriam condições de enfrentar um “clube grande” durante o ano, após a diminuição do número de participantes do Campeonato Brasileiro de 1987, com a criação da Copa União, competição que reunia apenas grandes clubes de futebol do Brasil.

Antes dessa mudança, entre 1973 e 1986, o Campeonato Brasileiro contou sempre com a presença de pelo menos um representante de cada federação (normalmente o campeão) que mantivesse um campeonato disputado profissionalmente. Os estados com equipes economicamente mais fortes como SP, RJ, MG, RS, PR tinham um número maior de representantes, também inseridos conforme a classificação no campeonato estadual. Rio Branco e Desportiva armavam grandes equipes para serem campeões e disputar o então Campeonato Brasileiro. Lembro de jogos no Engenheiro Araripe entre as equipes capixabas contra Palmeiras, Internacional, Botafogo, Vasco, Flamengo, Grêmio, enfim, grandes jogos.

É lógico que ninguém quer a volta dessa competição com 94 clubes, como no passado. Precisamos, sim, criar condições para valorizar os campeonatos regionais, a razão da existência da rivalidade no futebol; criar efetivamente uma Copa do Brasil com os 27 campeões estaduais e mais 5 clubes que seriam indicados após uma seletiva; uma Copa com 32 clubes a ser disputada no mesmo modelo da Liga dos Campeões, ou seja, divididas em 8 grupos com 4 equipes cada, jogando entre si turno e returno, classificando-se 2 equipes de cada grupo para o mata-mata(o clube derrotado é eliminado na competição) e a final.

Para ilustrar melhor vamos imaginar o seguinte cenário: A Desportiva, é campeã capixaba esse ano e vai disputar a Copa do Brasil somente em 2024. O elenco será desmontado, os jogadores dispensados e terá que armar nova equipe para o próximo ano. Isso é justo?

Clubes investindo em contratações e disputa pelos direitos de transmissão pelas emissoras de televisão a cada campeonato. Precisamos tratar o futebol brasileiro como um espetáculo bom de se ver e melhorar tecnicamente, afinal de contas já estamos a cinco copas do mundo sem disputar uma final. Só para lembrar o inesquecível: gol da Alemanha!

Tags: cbfcopa do brasildesportivaesportefutebolrio branco
Cleilton Gomes

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