• Sobre Nós
  • Anunciar
  • Política de Privacidade
  • Contato
Vozes Comunicação
  • Home
  • Segurança
    • Crônicas do Coronel
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Saúde
    • Nutri em Ação
    • Saúde Emocional
  • Educação
  • Mundo
  • Colunas
    • Trabalho
    • Nas ondas do rádio
    • No ângulo
    • O foco é educação
    • Prega fogo e larga brasa
    • Seus Direitos
  • Colunistas
    • Amanda Vidal
    • Ana Karina Wiermann
    • Cel Júlio Cezar Costa
    • Cleilton Gomes Filho
    • Dr Eliezer Siqueira
    • Dr Gustavo Peixoto
    • Elimar Leal
    • Fernando Capez
    • Fernando Zambom
    • Jair Oliveira
    • Karina Uchôa
    • Laudiceia Veloso
    • Steleijanes Carvalho
  • Esportes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Segurança
    • Crônicas do Coronel
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Saúde
    • Nutri em Ação
    • Saúde Emocional
  • Educação
  • Mundo
  • Colunas
    • Trabalho
    • Nas ondas do rádio
    • No ângulo
    • O foco é educação
    • Prega fogo e larga brasa
    • Seus Direitos
  • Colunistas
    • Amanda Vidal
    • Ana Karina Wiermann
    • Cel Júlio Cezar Costa
    • Cleilton Gomes Filho
    • Dr Eliezer Siqueira
    • Dr Gustavo Peixoto
    • Elimar Leal
    • Fernando Capez
    • Fernando Zambom
    • Jair Oliveira
    • Karina Uchôa
    • Laudiceia Veloso
    • Steleijanes Carvalho
  • Esportes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Vozes Comunicação
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Home Polícia

Famílias capixabas ainda procuram bebês registrados como mortos na ditadura

Cleilton Gomes por Cleilton Gomes
in Polícia, Saúde
0 0
0
Famílias capixabas ainda procuram bebês registrados como mortos na ditadura
0
Compartilhamentos
0
Visualizações
Share on FacebookShare on Twitter

Primeiro episódio da série de reportagens investigativas da TV Vitória traz relatos de familiares de bebês dados como mortos sem explicação na década de 1960

Era 28 de julho de 1966 quando Angélica Hollunder nasceu em uma casa no distrito de Paraju, em Domingos Martins, na Região Serrana do Espírito Santo.

Com menos de duas semanas de vida, a criança passou mal e os pais a levaram até o consultório médico. O profissional de saúde indicou que a família fosse com Angélica até o Hospital Infantil de Vitória.

Ela tinha apenas 14 dias de vida quando foi internada. A família tinha apenas o hospital na Capital como referência para tratar a criança.

“Na época, não era permitido ficar acompanhado. Os pais não podiam acompanhar a criança. Ela ficou lá. Passados dois dias, a minha mãe voltou lá e viu a menina. Isso foi acontecendo por um mês. A cada vez que mamãe chegava lá, a menina estava melhor”, disse Alair Hollunder, irmã de Angélica.

Após quase dois meses internada, a família recebeu a notícia da morte de Angélica. “Na segunda-feira, minha mãe foi decidida. Falou: ‘Hoje eu não volto para casa sem a minha filha’. Quando ela chegou lá, as enfermeiras estavam na porta. Não a deixaram entrar no hospital. Simplesmente falaram para ela que a criança morreu e já foi enterrada”.

Começava ali, a angústia e o sofrimento. “‘Aonde vocês enterraram a minha filha?’ Naquela humildade, muito simples, sem instrução, pensar o que fazer, eles só perguntaram isso. Falaram que foi enterrada no Cemitério de Santo Antônio. Eu sempre ouvi o lamento da minha mãe. Quando ela voltou para casa, as pessoas começaram a falar: isso não tá certo. Eles não poderiam ter enterrado sem vocês verem o corpo”.

Nós íamos olhar todo dia como ela estava. A cada vez ela melhorava mais. Ela ficou quase dois meses lá. Só falaram que ela morreu e que já estava sepultada.

Alida Hollunder, mãe da criança.

A família de Wanderli Marchiori passou por uma situação semelhante cerca de um ano depois, em julho de 1967. O garoto de Linhares, no norte capixaba, foi levado ao mesmo hospital aos 2 anos após passar mal.

“Quando eu passei pela porta, fiquei assustada. Tinha muitas crianças, muitas mães estavam dentro do hospital. Como nunca tinha vindo no Hospital Infantil, fiquei assustada. Eu não sabia o que estava reservado para mim naquele momento”, desabafou a mãe.

Cerca de dois dias após deixá-lo no hospital, os parentes voltaram para saber notícias da criança.

Quando a gente voltou, eles procuraram a criança dentro do hospital todo e não acharam. Foram ao fichário dele e falaram que o bebê tinha morrido no mesmo dia em que eu o internei, e que enterraram a criança no sábado. Eles não falaram a causa da morte. Não deram nada de documento para a gente. Nunca mais vimos a criança.

Maria da Glória Marchiori, mãe de Wanderli.

Segundo ela, Wanderli estava bem. Para ela, não há explicação a morte do garoto. “Ele estava bem, eu nem sei porque o médico de Linhares mandou a gente vir para cá”.

Mortes inexplicadas de bebês do ES começaram antes

Outros casos semelhantes já haviam ocorrido antes. Em novembro de 1964, uma criança de Marilândia, no interior do Estado, teria nascido intersexo — com os dois órgãos sexuais. Com dois anos, foi marcada uma cirurgia para redesignação sexual de José Roque Fabres.

“O médico disse que tinha que esperar ele completar 2 anos para fazer a cirurgia. Quando ele completou, o meu avô e o meu pai o trouxeram à Vitória. Deixaram ele internado. Na época, não podia ficar acompanhante com criança”, contou Rita Fabres, irmã do garoto.

Dois dias após a cirurgia, a família conta que, ao voltar do interior para o Hospital Infantil da Capital para visitar o menino, recebeu a notícia da morte.

Falaram que ele tinha morrido e que tinha enterrado. Meu avô pediu a documentação, a certidão de óbito que teria sido assinada pela minha mãe e pelo meu pai, mas não apareceu nada.

Rita Fabres, irmã do menino.

Para as três famílias ouvidas pela reportagem, as mortes não tinham explicação. As perdas dos bebês capixabas nunca foram compreendidas e esquecidas.

“O que aconteceu com o meu irmão? Não teve certidão de óbito, não teve nenhuma documentação entregue pelo hospital. Quero muito encontrá-lo, se ainda estiver vivo”, desabafou Rita.

O que aconteceu com os bebês?

O jornalismo da TV Vitória/Record analisou dezenas de livros de registro de óbito dos cemitérios da Prefeitura de Vitória. Em um deles está o nome de Angélica Hollunder. Para fins oficiais, ela morreu em 16 de setembro de 1966 e foi enterrada como indigente.

Wanderli Marchiori está registrado como morto e, embora também tivesse família e documentos, no livro oficial do município é apresentado como indigente.

O nome de José Roque Fabres não foi encontrado nos registros oficiais da Prefeitura.

Cleilton Gomes

Cleilton Gomes

Vozes Comunicação

O Portal VOZ.ES é um canal de informação com uma visão diferenciada dos fatos marcantes do dia. Notícias apuradas, comentadas e noticiadas por uma equipe de profissionais qualificados em vários segmentos. Quem tem informação tem poder e quem tem VOZ tem VEZ!.

Siga nossas redes

Busca por Categorias

  • Agro
  • Agro
  • Amanda Vidal
  • Ana Karina Wiermann
  • Artigo
  • Assistência Social
  • Cel Júlio Cezar Costa
  • Cidades
  • Cleilton Gomes Filho
  • Colunas
  • Conjuntura Politica
  • Crônicas do Coronel
  • Cultura
  • Destaques
  • Dr Eliezer Siqueira
  • Dr Gustavo Peixoto
  • Economia
  • Educação
  • Elimar Leal
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Fernando Capez
  • Fernando Zambom
  • Games
  • Geral
  • Geral
  • Governo
  • Internacional
  • Jair Oliveira
  • Justiça
  • Karina Uchôa
  • Laudiceia Veloso
  • Ministro Augusto Nardes
  • Mundo
  • Nas ondas do rádio
  • No ângulo
  • Nutri em Ação
  • O foco é educação
  • Outros
  • Pedro Ivo de Sousa
  • Polícia
  • Política
  • Prega fogo e larga brasa
  • Religião
  • Saúde
  • Saúde Emocional
  • Sebastião Demuner
  • Segurança
  • Seus Direitos
  • Social
  • Social
  • Steleijanes Carvalho
  • Tecnologia
  • Tecnologia
  • Trabalho
  • Turismo
  • Um Aparte
  • Wesley Neves

Notícias Recentes

Aula prática sobre máquinas simples fortalece aprendizagem de estudantes em Divino de São Lourenço

Aula prática sobre máquinas simples fortalece aprendizagem de estudantes em Divino de São Lourenço

01/04/2026
Projeto integra cerca de 180 alunos às rotinas do Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves

Projeto integra cerca de 180 alunos às rotinas do Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves

01/04/2026
CICC de Arboviroses completa um ano de trabalho com fortalecimento de ações de enfrentamento à dengue e demais doenças

CICC de Arboviroses completa um ano de trabalho com fortalecimento de ações de enfrentamento à dengue e demais doenças

01/04/2026
  • Sobre Nós
  • Anunciar
  • Política de Privacidade
  • Contato

Copyright © 2025 Vozes Comunicações - Todos os direitos reservados.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Segurança
    • Crônicas do Coronel
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Saúde
    • Nutri em Ação
    • Saúde Emocional
  • Educação
  • Mundo
  • Colunas
    • Trabalho
    • Nas ondas do rádio
    • No ângulo
    • O foco é educação
    • Prega fogo e larga brasa
    • Seus Direitos
  • Colunistas
    • Amanda Vidal
    • Ana Karina Wiermann
    • Cel Júlio Cezar Costa
    • Cleilton Gomes Filho
    • Dr Eliezer Siqueira
    • Dr Gustavo Peixoto
    • Elimar Leal
    • Fernando Capez
    • Fernando Zambom
    • Jair Oliveira
    • Karina Uchôa
    • Laudiceia Veloso
    • Steleijanes Carvalho

Copyright © 2025 Vozes Comunicações - Todos os direitos reservados.

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?
Vá para versão mobile