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Home Colunas

Vamos Falar sobre Bullying?

Cleilton Gomes por Cleilton Gomes
in Colunas, Laudiceia Veloso, Saúde, Saúde Emocional
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Vamos Falar sobre Bullying?
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A intenção com esse texto é disseminar conhecimento a respeito dessa temática que tem estado muito em evidência atualmente, crianças, adolescentes, pais, responsáveis, professores/as, profissionais da saúde mental e demais membros da sociedade necessitam entrar na luta pelo combate ao bullying e ao cyberbullying. Tais fenômenos se caracterizam como tipos de violência que, se não dominados, poderão causar sofrimento intenso a qualquer indivíduo que de alguma forma com eles se envolvam. De modo simples, claro e objetivo, vou discorrer acerca dos perigos que circundam o bullying e o cyberbullying. Receba tais palavras como um apelo a um bate-papo saudável com uma profissional que anseia para que a angústia de crianças e adolescentes seja extirpado de nossa coletividade.

A pergunta que não se cala, afinal o que é bullying? Podemos partir do princípio que se trata de um problema extremamente grave que gera aflição intensa e pode, até mesmo, induzir à morte tanto de quem é vítima como de quem é agressor. O bullying tem constituído tema de pesquisas e análises mundialmente e é atualmente conceituado como uma das agressões mais complexas de constatar e de vivenciar. Precisamos compreender que Bullying não é uma brincadeira e os implicados não estão isentos de sofrimento, de agonia, de amargura, de temor e de intranquilidade. Esse tipo de violência-Bullying, é edificado em ambientes vinculados a prejulgamentos, intolerância e carência de empatia e respeito, onde há falta de comunicação, de amparo e de afeição. É necessário enxergarmos o bullying não como um bucólico e rotineiro evento, mas como uma das configurações de agressão mais aterrorizante que já desempenhamos.

No bullying é possível identificar três traços fundamentais: Primeiro, a pessoa que sofre o Bullying não sabe por que está vivenciando intimidações em cadeia; segundo, a vítima passa por caçadas de jeito metódico, consecutivo e covarde e terceiro, há uma intensa desproporção de poder entre quem está sendo agredido e a/s pessoa/as que a atacam, independentemente de ser um só sujeito, um par ou ainda um bando composto por diversas pessoas. E na maioria dos casos existe sujeitos que não são vitimados nem atacam diretamente, mas que servem de expectadores da agressão. Tais traços necessitam ser atenciosamente assimilados pelas escolas, por pais e responsáveis, pelos psicoterapeutas e por órgãos de garantia de direitos das crianças e adolescentes, pois somente com o adequado entendimento será possível combater o bullying de modo apropriado.

Com o evento do bullying, é provável que surja certos personagens: 1) o indivíduo que é acuado, amedrontado, atacado, agredido (tanto física como psicologicamente), envergonhado, ultrajado; 2) o sujeito – ou um agrupamento de sujeitos – que encalça, ameaça, ataca, coage, degrada, despreza; e 3) os indivíduos que vê o encalço, à chantagem, à violência, à agressão, o rebaixamento e a falta de respeito. Estabelecendo desse modo uma disposição composta por pessoas distintas implicados no fenômeno que se enquadram em: vítima, agressor(a) e espectador. É necessário enfatizar que tais sujeitos operam no bullying de forma diferentes uns dos outros, portanto não pode ser mesclados entre si e nem a tratativa do mesmo jeito, porque permanecem em circunstâncias particulares e grupais diferentes. Assim como, esses comportamentos sociais não são vedados e não necessitam ser manejados de modo estigmatizado, determinista e estereotipado.

Por se tratar de fenômeno complexo, o bullying apresenta complicado manejo. Possui em seu alicerce o fato de que os indivíduos consecutivamente apresentam dificuldades em assimilar as individualidades que cada pessoa manifesta e, pelo fato de não entenderem tais diferenças, tendem a ansiar por aboli-las pela via da agressão psicológica ou brutalidade física, ataques e ameaças em cadeia. Esse tipo de acontecimento não está limitado ao espaço escolar, portanto podem ocorrer em outros ambientes, contudo talvez constitua ser mais trivial no ambiente escolar, entretanto não somente nas escolas. Sendo assim, é necessário nos atentarmos para os modos como as escolas – e outras organizações vem encarregando-se do enfrentamento dessa temática, que seria, proporcionando educação emocional, diálogo para compreensão e respeito as diferenças, aceitação e não comparação, ofertando espaço de escuta acolhedora, genuína e afetiva, ensino de comunicação não-violenta, amabilidade e incitação a coexistência saudável com as diferenças.

A violência designada por bullying, em ensejo de seu caráter, não se restringe a pares, de tal maneira pode acontecer de um indivíduo adulto para com uma criança e um adolescente, podendo também, da mesma forma, acontecer de
uma criança e um adolescente para com um sujeito adulto. Existe eventos em que educadores, estimulam ações de bullying, como ainda há acontecimentos em que docentes é que são as vítimas. O bullying ainda apresenta desafios na sua identificação, mas isso é papo para outro dia… fiquem bem e cuidem da sua saúde mental.

Até breve.

 

Laudiceia Veloso, Formanda em Psicologia (10/10), Arteterapeuta /AARTES nº 054, Master ESEPAS em Educação Emocional, Sexual com foco na Prevenção ao Abuso Sexual.
Tags: bullyingcolunasaude emocional
Cleilton Gomes

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