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Oposição à guerra em Gaza se intensifica entre reservistas do Exército em Israel

Cleilton Gomes por Cleilton Gomes
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Oposição à guerra em Gaza se intensifica entre reservistas do Exército em Israel
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Informações de Rami El Meghari, correspondente da RFI em Gaza; Nicolas Falez, correspondente em Tel Aviv; e Alice Moreno, correspondente em Ramallah 

O Exército israelense, formado principalmente por soldados reservistas, apresenta sinais de desgaste. Os apelos à desobediência se multiplicam, e até mesmo o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, manifesta publicamente reservas em relação aos planos militares do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Zamir já classificou a estratégia de ocupação total da Faixa de Gaza como uma “armadilha estratégica” e alertou para os riscos militares e humanitários de uma ação prolongada.

O reservista israelense Shaked Rogel, 34 anos, milita em um grupo chamado Soldados pelos Reféns. O movimento defende a recusa às ordens de mobilização para lutar em Gaza. Não por desconfiança em relação ao Exército, mas por patriotismo. Seus membros acreditam que o governo está comprometendo a integridade da instituição militar.

Nas últimas semanas, a imprensa israelense tem noticiado o aumento de suicídios e casos de estresse pós-traumático entre os combatentes.

“O Exército está cansado e desmoralizado. Não quer fazer esta guerra. Não queremos conduzir uma guerra de extermínio contra os habitantes de Gaza”, afirma Rogel. “Queremos voltar para casa, reencontrar nossas famílias, retomar nosso dever de defesa e encerrar esta guerra.”

Na vida civil, Rogel é acadêmico. Não serviu em Gaza nos últimos meses, mas participou da guerra contra o Hezbollah no Líbano.

“Em novembro, fui convocado novamente, mas não servirei mais oficiais que me deram ordens criminosas. Não lutarei nesta guerra criminosa, criminosa perante a lei israelense, o direito internacional e o código de conduta do Exército. Sou leal ao Exército e ao Estado de Israel. Não obedecerei a ordens que nos desonram”, acrescenta.

Palestinos inspecionam os escombros de uma casa na cidade de Gaza, em 8 de agosto de 2025.
Palestinos inspecionam os escombros de uma casa na cidade de Gaza, em 8 de agosto de 2025. REUTERS – Mahmoud Issa

“Guerra catastrófica”

“Como posso imaginar ser deslocado novamente?”, questiona o palestino Wissam Hamad, em entrevista à RFI. Há meses, sua família — ele é pai de cinco filhos e vive no norte da Faixa de Gaza — está abrigada em uma escola da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA), localizada na cidade de Gaza, área que Israel afirma querer controlar.

Wissam já fez as contas: o deslocamento da família custaria cerca de 1.000 shekels (aproximadamente € 250), em um cenário de escassez total de dinheiro e alimentos.

A angústia é compartilhada por outra palestina, também deslocada pela guerra. Seu marido foi ferido e está preso a uma cadeira de rodas elétrica, com as baterias descarregadas. “Não poderemos movê-lo”, explica. Ela lembra da carroça puxada por um burro que tiveram de alugar para fugir dos combates da primeira vez.

Na mesma escola em Gaza, Mohammad, de 30 anos, cantor, aproveita a presença da reportagem da RFI para enviar uma mensagem. “Por favor, ajudem a parar esta guerra catastrófica.” Ele também se dirige aos negociadores do Hamas. “Renunciem a uma causa que já desapareceu. Aceitem qualquer coisa, pelo bem dos habitantes de Gaza.”

Plano israelense reacende angústia entre deslocados

Quando e como os novos planos militares israelenses na Faixa de Gaza, que visam assumir o controle da cidade de Gaza, serão implementados?  A pergunta surgiu logo após o anúncio do governo israelense, que defende o desarmamento do Hamas, a desmilitarização do enclave palestino e a libertação dos reféns.

A primeira etapa, anunciada pelo gabinete de Netanyahu, é a tomada da cidade de Gaza, localizada no centro do enclave. Isso implica o deslocamento de cerca de um milhão de pessoas.

Para Mustafa Barghouti, secretário-geral da Iniciativa Nacional Palestina e membro do Conselho Nacional Palestino, essa evolução dramática do conflito não é surpreendente.

Em entrevista à RFI, em Ramallah, ele denuncia mais um crime de guerra, cometido com a cumplicidade da comunidade internacional.

“Eu sabia que era exatamente isso que Netanyahu queria: a limpeza étnica total dos palestinos em Gaza. Suas declarações indicam que pretende ocupar Gaza sem assumir essa condição formalmente. Quer controlar o território sem as responsabilidades de um ocupante”, ressalta.

“Mais do que isso, ele quer evacuar imediatamente cerca de um milhão de pessoas da cidade de Gaza, o que levará a massacres, a um genocídio, a algo que poderá ser descrito futuramente como um holocausto. É um ato terrível, que pode acontecer porque ninguém diz ‘pare’ a Israel. O mundo demonstra total ausência de responsabilidade, já que nenhum país impõe sanções. Sem sanções, o governo israelense continuará fazendo o que quiser. Vai ser horrível”, afirma Barghouti.

Cleilton Gomes

Cleilton Gomes

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