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Acervo reúne títulos de escritores capixabas que abordam temas como diversidade cultural, protagonismo feminino, memória, romance e poesia

Da poesia ao romance: Biblioteca Madeira de Freitas reúne obras de autores locais

 

Quem gosta de ler sobre diversidade cultural, protagonismo feminino, romance, poesia e outros temas interessantes não precisa ir longe. A Biblioteca Pública Municipal Madeira de Freitas, em Campo Grande, conta com um acervo que também valoriza a produção literária de autores locais. Entre os escritores que integram o acervo estão Elaine Dal Gobbo, Ida Borchardt, Juca Fardin, Sérgio Soares Dutra e Jhonathan Moreira, com obras que apresentam diferentes estilos, histórias e perspectivas.

A jornalista e escritora Elaine Dal Gobbo é autora de “Trânsitos de Alma”, livro que reúne 14 crônicas nas quais relata experiências vividas em cidades e países por onde passou. A obra não apresenta dicas de viagens ou roteiros, mas propõe reflexões sobre temas como diversidade cultural, protagonismo feminino, valorização das raízes e projetos de vida.

Professora, musicista e escritora, Ida Borchardt apresenta “No Limiar da Aurora”, uma obra que conduz o leitor por uma jornada de mitos, reflexões e sensações, traduzidas em poemas femininos e feministas. Entre referências à mitologia e histórias de amor, a escritora constrói uma trama que dialoga com seu universo particular como mulher, poetisa e amante das artes.

Já o professor de Língua Portuguesa e escritor Juca Fardin aborda, em “Na Ânsia do Abrigo”, um encontro com suas memórias mais intimistas. A obra reúne fatos marcados pela emoção e pela saudade, despertando experiências sensoriais e afetivas. Entre as lembranças apresentadas está a figura de seu pai, caminhoneiro, cuja presença aparece nas memórias resgatadas pelo autor.

Outro título presente no acervo é “Jennifer Worf”, de Sérgio Soares Dutra. A obra é apresentada como uma biografia ficcional romanceada e conta a trajetória de Jennifer Worf, tradutora e escritora, filha de diplomata brasileiro, nascida na Bélgica no início da primavera de 1925 e falecida em Vitória, capital do Espírito Santo, no final da década de 1960.

Segundo o secretário de Cultura e Turismo, Rodrigo de Jesus (Rodrigo Celeiro), é muito importante disponibilizar obras de autores locais. “Valorizar os autores locais é também valorizar a nossa história, a nossa cultura e as diferentes vozes que fazem parte da nossa comunidade. Ter essas obras disponíveis na nossa biblioteca permite que os moradores conheçam, prestigiem e tenham acesso à produção literária de escritores que fazem parte da nossa cultura”, finaliza.

Como pegar um livro emprestado

Para realizar o cadastro na Biblioteca Pública, é necessário comparecer presencialmente e apresentar um documento com foto e comprovante de residência. O horário de funcionamento é das 8h às 16h. O período de empréstimo é de 15 dias, podendo ser renovado por mais 15 dias. A renovação não precisa ser feita presencialmente: o leitor pode solicitar o serviço por meio do WhatsApp Business da biblioteca.

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