Pasta tem orçamento muito maior que o do Ministério do Turismo, também cobrado pelo grupo.
É essa pasta, e não a do Turismo – que também é reivindicada – que o grupo quer controlar. O motivo é simples: a Saúde tem um dos maiores orçamentos da Esplanada (em torno de R$ 180 bilhões, ante os R$ 580 milhões do Turismo). Além disso, é o principal destinatário das verbas de emendas parlamentares.
Para o Centrão, o grande entrave a uma mudança no comando da Saúde é Alexandre Padilha (Relações Institucionais), que foi um dos padrinhos da indicação da ministra Nísia Trindade e o secretário-executivo da pasta, Swedenberger do Nascimento Barbosa.



